quarta-feira, 8 de agosto de 2018

CAFUNDÓ, JORGE APOLINÁRIO E 2020

Nem sequer tivemos foram ainda computados os votos da eleições de 2018, mas o clima de disputa que Jorge Apolinário e Gildásio "Cafundó" vem travando num grupo WhatsApp. denominado " Rádio Peão de Itapitanga"  é de chamar à atenção, pelo bate e rebate de uma ao outro. Jorge defende com unhas e dentes o projeto de candidatura de sobrinho Nei Filho, por orientação do seu irmão, o ex-prefeito Nei Apolinário. Gildásio critica a falta de ética do seu amigo Nei Apolinário, que estando trabalhando no governo não poderia antecipar-se agindo assim, e nem tão pouco ter deixado de apoiar um dos candidatos do prefeito Ró de beto, já que são contratado pela prefeitura e trabalham na rede pública de saúde. Jorge se defende dizendo: "A candidatura de Dr. Nei Filho, se dará por conta da desistência do prefeito em concorrer à reeleição". 
Cafundó rebate lembrando: "Mas isso não é de hoje, Jorge. Desde Edgar David, Nei traiu ele e não o apoiou quem havia lhe apoiado. Dernival indicou Ana Rita a vice e Nei não devolveu o apoio e apoiou outro nome [Luiz Carlos]. Agora, traiu Luiz Carlos, e diz que em 2020 é Neinho." E questiona: "Tá certo isso, Jorge? ". 
Foi o bastante para tirar Jorge do sério que começou a rebater Gildásio, dizendo que ele estava quebrando os pratos em que comeu - numa alegação por tudo que Dr. Nei havia feito por ele. 
Com a língua afiada, Cafundó retruca: " Nei é meu amigo. Devo muito a ele. Mas também fiz muito por ele, meu caro Jorge. Até dinheiro emprestei."Nesse clima, Cafundó argumenta ainda que o grupo 40 acabou, e com isso, passa a dizer que agora é oposição e que está ao lado de Luis Carlos e Deraldo José, desde já, e bate no peito dizendo que será o coordenador da campanha dessa chapa para 2020, pois tem certeza que a oposição vencerá as eleições de 2020. Jorge se enfurece quando é contrariado com os argumentos de Cafundó, e parte para atacar as novas preferencias de Cafundó. 
Nesse clima de ataques e contra ataques gratuitos, uma coisa é certa. O eleitor assiste ou ouve tudo isso, e se pergunta: Não é cedo demais para discutir calorosamente 2020, agora não?
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