terça-feira, 16 de junho de 2015

ITAPITANGA: QUEDA NA ARRECADAÇÃO PROVOCA ATRASO NO PAGAMENTO DE FORNECEDORES

Com a chegada dos meses do ano que correspondem a queda na arrecadação dos repasses do governo federal para os municípios (junho - julho e agosto), a prefeitura de Itapitanga começa a sentir os seus efeitos. Afinal, não se preparou para o período. O descontrole dos gastos públicos com a folha de pagamento e outras ações nem sempre explicadas, colocaram a prefeitura de Itapitanga numa berlinda que será quase inevitável a sua inadimplência com os seus fornecedores. E quem sabe até com a folha de pagamento de junho e julho dos servidores. Para ser ter uma ideia, o consumo de combustível no mês passado furou a barreira dos R$ 70 mil reais, onde o posto fornecedor só recebeu da dívida cerca de R$ 10 mil reais, e não pensou duas vezes em  colocar o pé no freio suspendendo o fornecimento, já que a administração não havia controlado a gastança.
A situação já havia sido advertida constantemente pelo secretário de finanças, Fabrício Rodrigues, que parece não foi devidamente levado à sério por parte dos demais setores da administração. A prova maior que é no mês de maio, os servidores que fizeram aniversário dentro do mês em vencimento deveria receber o pagamento do décimo terceiro junto com o pagamento do mês - como já é cultura - mas não receberam o pagamento do décimo, demonstrando que a luz vermelha de alerta estava acessa há muito tempo. A outra questão mais alarmante é o atraso no repasse dos empréstimos dos consignados feitos pelos servidores e não repassados pela prefeitura às entidades credoras, a exemplo do BANIF, Banco do Brasil entre outros.
A pergunta que não quer calar é a seguinte: Como Joaquim sobreviveu no primeiro ano(2013), com uma arrecadação de 0.6 - R$ 300 mil a menos mensalmente - e hoje com 0.8, com R$ 300 mil há mais - está sendo tragado pelo endividamento das contas? Muito estranho!.
Depois da porta arrombada pelos débitos, o gestor anunciou que irá tomar medidas de contenção de despesas para tentar equilibrar as contas do governo.
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